Não me baseio no empirismo dos livros. A vida tem consequências que eles não mostram. Mergulharei nesta verdade inventada, neste crime chamado verdade.
"Se queres que eu te ensine sobre o que sou, esquece quem tu és e o que tu sabes."
As horas não passam quando eu não me sinto mulher, o tempo não existe quando não me sinto viva, preciso desabafar mas eu não consigo, as pessoas estão de frente mas em minha consciência estão de costas. Eu não deveria me incomodar, ninguém deveria se incomodar com tolices.
Não há mudança sem enfrentamento.Eu não quero odiar porque já odiei. Eu quero amar porque nunca amei.
sábado, 1 de novembro de 2008
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4 comentários:
Nao! Nao tente me explicar por essa via, nao tente me explicar por via nenhuma! Esteja comigo e isso basta. Estejamos juntos a fiar um ao outro, inalando a essencia comum que nasce desse encontro. Ambos somos indefesos ante à volatilidade perfuro-cotante das palavras.artur
ah... existem emoções que nunca vão ser explicadas, momentos que ficam guardados no infinito daquele segundo. precisamos sentir a vida, arrisca-la, mesmo com o que queremos contar as outras pessoas. para confiar nos rostos, leva-se tempo... mas talvez com algumas pessoas ela exista naturalmente.
Nossa, que poema impactante! Usaste palavras fortes.
Que lindo...
Ele é forte.
A sensação de se sentir amada é a melhor...
Bjos
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