O destino nos vitima a crer que o exterior permite as soluções. O caos pessoal insiste em se transformar em arte. A solidão é mais gentil que o pseudo-amor.
Lídia! muito foda... também não vou com a cara do pseudo-amor (isso normalmente é mais físico) e agente insiste em melhorar um pouquinho as coisas com nosso olhar! esse enganador das mentes mais aguçadas... postei no meu blog novo, dá uma passada lá beijos e saudades!
Bom...Não acredito no 'destino´. E a solidão? Não vejo algo de bom nela...quer dizer, ela é boa quando precisamos ficar sozinhos. ás vezes ela nos faz pensar, etc, etc. mas, em si "a solidão" não é boa^^"
Marianne e Johan formam um casal sueco de meia-idade. Ela é uma advogada de família bem-sucedida, enquanto ele é um professor universitário. Eles têm um apartamento na cidade e uma casa de verão, enfim, têm uma vida confortável, em companhia de suas duas filhas. Com mais de dez anos de um casamento aparentemente feliz, são entrevistados por uma revista exatamente para falarem sobre o casamento perfeito. Entretanto, um dia, Johan chega em casa e diz para Marianne que se acha apaixonado por uma jovem de 23 anos de idade e que os dois estão indo à Paris por seis meses. Embora chocada, Marianne se oferece para ir até a Lavanderia pegar um de seus ternos, bem como, a fazer sua mala para a viagem. Quando Johan volta à Suécia, meio ano depois, cansado do seu novo relacionamento, encontra Marianne com um novo namorado. Os dois passam a ter uma relação conflituosa, cheia de ressentimentos. Eles se divorciam. Mesmo separados, mantêm uma relação de cumplicidade. Na seqüência final, ele telefona para alguém marcando um encontro. É Marianne. Embora ambos estejam casados, continuam a se encontrar secretamente. .... Críticas "Cenas de um Casamento" é mais um excelente filme do grande cineasta sueco, Ingmar Bergman. Nesta obra, testemunhamos momentos de enorme ternura e de inesperadas cenas de violência, tanto físicas quanto psicológicas. Assistimos à desintegração do casamento de Marianne e Johan, embora o amor entre eles permaneça inabalável.
4 comentários:
O caos pessoal insiste em se transformar em arte. A solidão é mais gentil que o pseudo-amor.
Você resumiu tudo que eu poderia escrever em dezenas de linhas.
A solidão é muito melhor que o falso amor! Uma verdade difícil de aceitar.
solidão é mais segura...
Lídia!
muito foda...
também não vou com a cara do pseudo-amor (isso normalmente é mais físico) e agente insiste em melhorar um pouquinho as coisas com nosso olhar!
esse enganador das mentes mais aguçadas...
postei no meu blog novo, dá uma passada lá
beijos e saudades!
Bom...Não acredito no 'destino´. E a solidão? Não vejo algo de bom nela...quer dizer, ela é boa quando precisamos ficar sozinhos. ás vezes ela nos faz pensar, etc, etc. mas, em si "a solidão" não é boa^^"
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